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As portas do Inferno não prevalecerão

Por |2017-03-21T12:30:46+00:0011/03/2017|

O que, exatamente, significa 'as portas do Inferno' conforme o ensinamento da Igreja? O Papa Virgílio, no II Concílio de Constantinopla, em 553 d.C., designou "as línguas dos hereges", como sendo "as portas do inferno". O Papa Leão IX, em sua carta intitulada In homo pax hominibus (2 de setembro de 1053), disse a Michael Cerularius que "as portas do Inferno" são as "disputas dos hereges". Com base nesses ensinamentos papais, o termo implica claramente que os hereges e suas heresias nunca tomarão a Igreja. Essa frase, então, ensina o dogma da Indefectibilidade da Santa Mãe Igreja. A maioria dos leitores vai perceber onde queremos [...]

Pedro negou a Cristo.

Por |2017-03-10T20:39:32+00:0010/03/2017|

"[A] negação que São Pedro fez no dia da Paixão não deve incomodá-lo; pois ele não perdeu a fé, mas apenas pecou quanto à confissão dela. O medo o fez desmentir o que ele acreditava. Acreditava certo, mas falou mal." (São Francisco de Sales, A controvérsia Católica - Parte II, Art. VI, Cap. IV, p.IV, p. 259; ênfase do blog.) E o renomado teólogo Dominicano, Garrigou-Lagrange, também tem algo a nos ensinar a respeito: "O pecado de Pedro, cometido na tríplice negação de Cristo em sua Paixão foi um pecado contra a confissão externa da fé: "Eu não conheço o Cristo". Não foi comprovada a [...]

O sedevacantismo é cismático.

Por |2017-03-10T20:48:24+00:0010/03/2017|

“Não podem, afinal, ser contados entre os cismáticos aqueles que recusam obedecer ao Romano Pontífice por considerarem a pessoa dele digna de suspeita ou duvidosamente eleita…” (Wernz-Vidal, Ius Canonicum, vol. vii, n. 398). “Não há cisma se … se recusa a obediência na medida em que … se suspeita da pessoa do Papa ou da validade de sua eleição…” (Pe. Ignatius Szal, Communication of Catholics with Schismatics, Catholic University of America, 1948, p. 2). “…não é cismático quem recusa submissão ao Pontífice por ter dúvidas prováveis concernentes à legitimidade da eleição dele ou do poder dele…” (De Lugo, Disp., De Virt. Fid. Div., disp xxv, [...]

O Vaticano I ensinou que São Pedro teria “perpétuos sucessores” no Primado. (DZ 1825) Não significa isso que seria impossível a Igreja ficar sem um verdadeiro Papa por um tempo tão longo — desde o Vaticano II, na década de 1960, como você parece dizer?

Por |2017-03-10T20:19:45+00:0010/03/2017|

Não. A definição do Vaticano I se dirigia, na realidade, contra os hereges que ensinavam que o poder especial recebido de Cristo por São Pedro morreu com ele e não foi transmitido aos seus sucessores, os Papas. “Perpétuos sucessores” significa que o ofício do Primado é perpétuo: não limitado a Pedro, mas, sim, “um poder que perdurará perpetuamente até ao fim do mundo.” (Salaverri, de Ecclesia 1:385) Mas esse ofício papal pode ficar vacante por um longo tempo sem se tornar extinto ou mudar a natureza da Igreja. Eis a explicação: A. Dorsch (1928) “A Igreja, portanto, é uma sociedade essencialmente monárquica. Mas isso não [...]