FAQ – Vaticano II

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FAQ – Vaticano II 2017-03-30T13:47:03+00:00

O Concílio Vaticano II ensinou doutrinas já condenadas pela Igreja e decretou disciplinas contrárias ao ensinamento e à prática constante da Igreja.

Há quatro erros principais que se referem a: (1) unidade da Igreja; (2) ecumenismo; (3) liberdade religiosa; (4) colegialidade.

O Vaticano II ensina uma heresia sobre a unidade da Igreja, a saber, que a Igreja de Cristo não está exclusivamente identificada com a Igreja Católica, mas apenas subsiste nela. Esta doutrina herética está contida principalmente na Lumen Gentium, e seu significado herético é confirmado nas declarações de Paulo VI e seus sucessores, particularmente no Código de Direito Canônico de 1983, na Declaração de 1992 sobre a Igreja e a Comunhão e no Diretório Ecumênico.

Ele é contrário aos ensinamentos da Igreja Católica, contidos principalmente na Satis Cognitum do Papa Leão XIII, Mortalium Animos do Papa Pio XI, Mystici Corporis do Papa Pio XII e nas condenações da “Teoria dos Ramos” feita pelo Santo Ofício Sob o papa Pio IX.

O ensino do Vaticano II sobre o ecumenismo, que afirma que as religiões não-católicas são um “meio de salvação”, é abertamente herético. Esta doutrina contradiz diretamente o ensinamento da Igreja de que não existe salvação fora da Igreja Católica, ensinamento que Pio IX chamou “um dogma católico muito bem conhecido”. Além disso, as práticas ecumênicas que resultaram desta doutrina herética são diretamente contrárias à Mortalium Animos do Papa Pio XI.

O ensinamento do Vaticano II sobre a liberdade religiosa, contido na Dignitatis Humanae, afirma quase literalmente a própria doutrina condenada pelo Papa Pio VII na Post Tam Diuturnas, pelo Papa Gregório XVI na Mirari Vos, pelo Papa Pio IX na Quanta Cura, e pelo Papa Leão XIII na Libertas Praestantissimum. O ensinamento do Vaticano II sobre a liberdade religiosa também contradiz o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo como expresso na Quas Primas do Papa Pio XI e a constante praxe da Igreja em relação à sociedade civil.

O ensinamento do Vaticano II sobre a colegialidade altera a constituição monárquica da Igreja Católica, com a qual foi dotada pelo Divino Salvador. A doutrina do Vaticano II, confirmada pelo Código de Direito Canônico de 1983, que afirma que o sujeito da autoridade suprema da Igreja é o colégio dos bispos juntamente com o papa, é contrária à doutrina definida do Concílio de Florença e do Vaticano I.

O Código de Direito Canônico de 1983 contém a heresia do Vaticano II sobre a Igreja, mencionada acima.

  • Também permite o sacrilégio ao Santíssimo Sacramento, aprovando sua recepção por não-católicos, o que é um pecado mortal;
  • permite a comunicatio in sacris (culto público comum) com acatólicos, que é um pecado mortal.

Além disso, o Diretório Ecumênico de 1993 permite práticas ecumênicas que sempre foram ensinadas pela Igreja como sendo mortalmente pecaminosas.

Significa que o Vaticano II e suas reformas subsequentes nos deram uma nova religião, uma religião que é substancialmente diferente da Fé Católica Romana fundada por Cristo.

Os reformadores alteraram substancialmente os três principais componentes da religião: doutrina, culto e disciplina. O resultado é que os reformadores estão promovendo uma religião do ecumenismo no lugar da Religião Católica Romana, que sempre ensinou que Ela é a Única, Verdadeira Fé, e que todas as outras religiões são falsas. A religião do Vaticano II ensina doutrinas que foram condenadas pela Igreja no passado. Ela instituiu ritos e disciplinas que são protestantes por sua natureza.

Como resultado, a religião que os católicos encontram em suas paróquias e escolas locais, embora mantenha o nome de Católica, é, na verdade, uma nova religião não-católica e condenada pela Igreja Católica.

Não. A natureza herética deste concílio é confirmada:

  1. Pela interpretação doutrinária dada ao Vaticano II por Paulo VI e seus sucessores nos seus decretos, encíclicas, catecismos, etc .;
  2. Pela série de abominações perpetradas por João Paulo II contra o Primeiro Mandamento de Deus, sob a forma de cerimônias ecumênicas que constituem um falso culto, que inclui até mesmo, em alguns casos, divindades pagãs;
  3. Pela alteração da Sagrada Liturgia de tal modo que a Missa Católica tenha sido substituída por uma ceia protestante;
  4. Pela adulteração da matéria e forma dos sacramentos de modo que muitos deles, principalmente a Santa Eucaristia e as Sagradas Ordens sejam ministradas de maneira dúbia ou mesmo inválida.
  5. Pela promulgação de disciplinas, especialmente o Código de Direito Canônico de 1983 e o Diretório Ecumênico: que aprovam o sacrilégio contra a Eucaristia e o Sacramento do Matrimônio; e que demonstram heresias sobre a unidade da Igreja como base teórica;
  6. Pelo escandaloso escárnio feita ao Sacramento do Matrimônio pela concessão de ‘nulidades’ por razões espúrias, constituindo um abandono da doutrina sagrada da indissolubilidade do matrimônio;
  7. O fato de que João Paulo II (e seus sucessores até Francisco, n.d.t.) está em comunhão com hereges manifestos, fato abertamente declarado, além de reconhecer uma espécie de ‘missão apostólica’ nos bispos cismáticos e luteranos, algo que destrói a unidade da fé. João Paulo II chego a beijar o Alcorão, livro que nega explicitamente a Encarnação e a Trindade. Ele também orou publicamente para que  que São João Batista proteja o Islã.

Extraído de “Vatican II, the Pope and the Mass” por Donald J. Sanborn. 

Fonte: Traditional Mass

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