Comece por aqui!

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Comece por aqui! 2018-03-05T20:26:11+00:00

Você caiu nesse site por acaso e está tentando entender o que é tudo isso? Tudo certo, essa página é pra você.

Por que esse site existe? Por que é tão crítico? Tão radical?

Para ir direto ao ponto, o que hoje é conhecido como Catolicismo Romano, de fato não é o mesmo Catolicismo Romano do passado. Isso pode ser verificado simplesmente analisando a história da Igreja, qualquer historiador imparcial pode confirmá-lo.

A grande ruptura aconteceu no chamado ‘concílio vaticano II’, uma reunião de bispos Católicos convocada em 1959 pelo recém eleito João XXIII. O evento durou de 1962 a 1965 na cidade do Vaticano. João XXIII, porém, morreu em 1963, e seu sucessor, Paulo VI, continuou e concluiu o concílio, tornando-o efetivo para a igreja toda.

O efeito a longo prazo do concílio foi uma revolução do Catolicismo, que se torna mais visível nas mudanças no culto, especificamente da Missa:

que passou de um Solene e Transcedente Rito de Sacrifício oferecido à Santíssima Trindade numa língua Sagrada (Latim) por um sacerdote voltado para Deus (e, portanto, de costas para a congregação);

para tornar-se um culto trivial em que um padre, reduzido a mero presidente da assembléia, numa mesa, agindo muitas vezes como um animador, lê enfadonhas orações em vernáculo enquanto olha para os presentes;

Uma grande participação dos leigos contribui para um já dessacralizado culto.

O resultado foi catastrófico: queda excepcional nas assistências a Missa, uma crise de vocações sem precedentes e uma multidão de ‘católicos’ ignorantes dos mais básicos princípios do catolicismo.

Mas a ‘Missa Nova’ – ou Novus Ordo Missae – é meramente o sintoma visível de um problema fundamental, que é o fato de que a religião que você vê hoje como ‘Catolicismo Romano’ não é a Religião Católica das eras passadas, mas basicamente a religião do ‘concílio vaticano II’.

Um grande número de ideias hoje promovidas como sendo Catolicismo Romano tem suas raízes apenas no vaticano II e não eram nem conhecidas nem aceitas anteriormente, e estamos falando de 1900 anos de catolicismo. Ideias como: ecumenismo, diálogo interreligioso, cultos e orações intereligiosas, oposição a pena de morte, liberdade religiosa como um ideal para toda sociedade, a noção de ‘direitos humanos’, a ideia de que todas guerras são más (mesmo as justas) – todas essas novas ideias são oriundas do vaticano II, não do catolicismo de sempre.

Agora, aqui está o problema: De acordo com o ensinamento católico perene, não é possível que a Igreja Católica sofra uma mudança assim substancial. Seus ensinamentos não podem mudar em essência; Ela não pode contradizer ou abandonar o que ela ensinou antes, sendo ela apenas depositária e não autora da sua doutrina (Deus é o  autor da revelação e Ele não pode enganar-se, Ele é o mesmo ontem hoje e sempre n.d.t.); Ela não pode oferecer uma “nova religião” para seus seguidores.

Em resposta ao fenômeno da revolução do Vaticano II, há três linhas essenciais de pensamento  que foram propostas como “soluções” para entender a situação.

Aqui não é lugar nem tempo para criticar ou justificar qualquer uma delas. Por hora, queremos apenas descrevê-las:

(1) apesar das aparências, nada realmente mudou substancialmente, e qualquer interpretação do Vaticano II que chegue à conclusão de que houve uma mudança substancial deve ser incorreta;

(2), devemos nos opor (reconhecer e resistir – R&R) a essas mudanças substanciais e nos ater aos ensinamentos tradicionais seculares e ignorar as novidades do Vaticano II, reconhecendo, no entanto, que as autoridades no Vaticano são legítimas e verdadeiras autoridades católicas – nós apenas não podemos concordar com eles sobre estes pontos;

(3) Porque é impossível que a Igreja Católica mude substancialmente e porque o Vaticano II constitui uma mudança substancial, é necessário concluir que a autoridade que nos deu o Vaticano II não é de fato a legítima autoridade católica;

Isto é, os “Papas” que nos deram o Vaticano II não são verdadeiros papas, nem seus sucessores, que implementaram e expandiram esta nova religião. De fato, toda essa religião que hoje ocupa o Vaticano e as estruturas oficiais da Igreja Católica em todo o mundo é falsa – não é, em absoluto, a religião católica, e suas autoridades putativas não são católicas, mas heréticos usurpadores.

A primeira linha de pensamento descrita acima é muitas vezes denominada “católica conservadora”, “neoconservadora”, “Novus Ordo”, “conservador Novus Ordo”. Organizações e indivíduos proeminentes que podem ser citados como promotores ou associados com esta posição são Padre Paulo Ricardo (no Brasil), Arautos do Evangelho, TFP (porém, seus membros variam entre as duas primeiras linhas), EWTN (rede de televisão católica americana), Fraternidade de São Pedro, Instituto de Cristo Rei, Instituto Bom Pastor (presente no Brasil), Michael Voris (youtuber canal Vortex), Mons. Athanasius Schneider do Cazaquistão, A Ordem dos Cônegos da Santa Cruz, Associação Cultural Montfort e muitos outros. (Embora alguns desses grupos estejam ligados a Missa pré Vaticano II)

A segunda linha de pensamento descrita acima é muitas vezes denominada “tradicionalista”, “tradicional”, “resistência”, “reconhecer-e-resistir” (“R & R”), ou ” Fraternidade São Pio X”(FSSPX), “Lefebvristas”. Os defensores desta posição incluem a Fraternidade Sociedade de São Pio X (FSSPX), Rede Fátima (do Padre Grunner RIP), Tradição em Ação (Tradiction in Action – grupo vinculado a TFP), Notícias da Família Católica (ligados a Rede Fátima), Mons. Richard Williamson (União Sacerdotal Marcel Lefebvre (USML) e sua Resistência no Brasil com Dom Tomás de Aquino, no Mosteiro Beneditino de Nova Friburgo-RJ, Padre Paul Kramer, Christopher Ferrara, Louie Verrecchio, John Salza, Robert Siscoe e muitos mais.

Muitas vezes denominamos essas posições como “reconhecer-e-resistir”, “neo-tradicionalista”, “pseudo-tradicionalista” ou “semi-tradicionalista”.

A terceira linha de pensamento é a que defendemos, e é uma posição teológica conhecida como “Sedevacantismo”, do latim sede vacante, “cadeira vazia”, ​​referindo-se à cadeira de São Pedro que é Ocupada pelo Papa – quando há um papa legítimo reinando. O Sedevacantismo é de longe a posição menos popular, a “ovelha negra” com a qual ninguém quer ser “contaminado”.

Além de nós do Coetus Fidelium, outros grupos ou indivíduos que promovem ou compartilham essa posição incluem ‘True Restoration’, a Congregação de Maria Imaculada Rainha (CMRI do Bispo Pivarunas), o Istituto Mater Boni Consilii (Itália, Alemanha, Bélgica e Países Baixos – bispo Geert Stuyver), Daily Catholic, , Bispo Donald Sanborn (EUA – Igreja de Santa Gertrude Magna), Bispo Clarence Kelly (FSSPV – EUA), Pe. Anthony Cekada (EUA), Pe. Michael Oswalt, Pe. William Jenkins(FSSPV), John Daly, Thomas Droleskey, Arai Daniele (Fundação Pro Roma Mariana em Fátima, Portugal), Don Floriano Abrahamowicz (Região de Veneto, Itália), Mons. Andreas Morelo (Argentina), União Sacerdotal Trento (México), Stephen Heiner, John Lane (Austrália), Michael Cain, Mario Derksen, Griff Ruby, Steve Speray e outros.

O principal objetivo deste site, então, é duplo: é demonstrar como as duas primeiras linhas de pensamento são falsas e como apenas a terceira corresponde à realidade;

E, ainda, monitorar o que as falsas autoridades “católicas” nas estruturas católicas oficiais estão fazendo e demonstrar como o que eles ensinam e promovem está em desacordo com o catolicismo autêntico, genuíno e tradicional das eras passadas.

E agora? Bem, para explicações iniciais indicamos o seguinte:

O que há de errado com a Missa Nova?

O que há de errado com o Vaticano II?

E quanto os Papas do Vaticano II?

Para estudos mais profundos sobre os temas, há várias referências em outros idiomas que esperamos trazer, em breve, em língua portuguesa;

Que fique claro: Aderimos plenamente ao Magistério da Igreja Católica Apostólica Romana desde a sua fundação, em 33 a.C. por Nosso Senhor Jesus Cristo, até a morte do último Papa Católico, Pio XII, em 9 de outubro de 1958. Somos Católicos Apostólicos Romanos, nessa fé queremos viver e morrer.

Esperamos que a visita ao nosso ‘site’ seja abençoada e frutuosa!

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